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Planejamento

Vunerabilidade nas Lojas Virtuais

O motivo principal pelo qual o comércio eletrônico brasileiro acaba não se consolidando da maneira como poderia é justamente a desconfiança existente dos consumidores brasileiros quanto à segurança nas transações. É importante que se possa entender os riscos que enfrentam sistemas de “e-commerce”, bem como o impacto potencial de qualquer incidente de segurança.

A verdadeira ameaça pode não ser a mais óbvia. Ataques de usuários autorizados, como um empregado descontente ou parceiro de negócios, são muito mais comuns do que ataques de hackers. Em sistemas de “e-commerce” a avaliação de risco pode ser desenvolvida para proporcionar a uma organização a compreensão clara dos riscos que enfrentam em seus sistemas e processos de negócio associados, bem como o impacto potencial de um incidente de segurança, se necessário.

Uma parte fundamental de uma avaliação de risco está na definição do acesso à informação. Isto irá permitir a criação de regras de acesso para diferentes grupos de usuários. Por exemplo, podem ser aplicadas regras diferentes para funcionários, consultores, provedores de serviços gerenciados, fornecedores, clientes, auditores, agências governamentais e assim por diante.

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A vulnerabilidade é o princípio base de toda a ordem consumista, pois, é ele que dá sentido à proteção do consumidor, porque de outra forma se poderia considerar inconstitucionais as relações ocorridas atualmente sem a sua presença, haja vista o conflito que passaria a existir com o princípio da isonomia contido na Constituição Federal (art. 5º, caput, CF). Se acha regulado no art. 4º, I, CDC ao integrar a política nacional das relações de consumo. 

Da mesma forma a vulnerabilidade está presente no comércio eletrônico, talvez até de forma mais intensa que nas relações cotidianas, haja vista uma série de novos fatores a serem considerados e a já mencionada falta de normatização do CDC para essas relações. Ademais, um simples click no mouse pode gerar uma dor de cabeça sem precedentes na vida do consumidor.

Quanto à forma prática nas quais a vulnerabilidade técnica pode se manifestar, são inúmeras as maneiras em que podem acontecer, indo desde informações transmitidas, de modo que o consumidor faça a menor ideia do que foi transmitido, até a ocultação de informações, caracterizada pela negligência do fornecedor violando o princípio da publicidade em relação ao dever de informar.

O comércio eletrônico sem dúvida criou uma nova realidade, ou no caso um novo plano de realidade, que seria a realidade virtual e sem dúvida também uma nova espécie de vulnerabilidade, a eletrônica, em razão de todas as características próprias que permitem diferenciá-la das demais. 

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Sobre o autor | Website

Thiago Silva trabalha com projetos web desde de 2009, é analista de sistemas ERP e hoje ele possui vários projetos na web, como blogs, empresas de hospedagem e lojas virtuais. Atualmente ele se dedica a projetos web, palestras, desenvolvimento de sistemas e dando aulas em vários cursos livres.

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